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Os TSD/Açores congratularam hoje o Governo Regional pela “aposta firme e determinada” na valorização dos trabalhadores da administração pública, numa altura em que os técnicos auxiliares de saúde receberam já o pagamento dos retroativos.

O líder dos TSD/Açores, Joaquim Machado, também deputado PSD na Assembleia Legislativa, refere, citado em nota de imprensa, que “num tempo de profundas transformações laborais, esta aposta reflete-se na promoção de medidas que favorecem a estabilidade dos vínculos profissionais, a qualificação permanente e a dignificação salarial dos trabalhadores da função pública”.

O dirigente citou como exemplo a “transição de 428 trabalhadores para a carreira especial de técnico auxiliar de saúde, agora finalizada com o pagamento dos respetivos retroativos, com efeitos a 01 de janeiro de 2024”.

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Os profissionais que integraram a nova carreira de técnico auxiliar de saúde nos hospitais dos Açores já receberam o pagamento dos retroativos referentes a 01 de janeiro de 2024, revelou hoje o SINTAP/Açores.

Em comunicado, o Sindicato dos Trabalhadores da Administração Pública e de Entidades com Fins Públicos (SINTAP) lembrou que o Governo Regional (PSD/CDS-PP/PPM) se comprometeu a assumir os retroativos a 01 de janeiro de 2024, na assinatura do acordo que criou a careira de técnico auxiliar de saúde nos hospitais da região.

Joaquim Machado refere que, “nessa nova carreira, os trabalhadores passam a cumprir um horário laboral de 35 horas, em vez das 40 horas anteriores, e adquirem o direito à remuneração complementar como os demais trabalhadores da administração regional”.

Em 17 de julho, a secretária da Saúde, em declarações à agência Lusa, enalteceu a conclusão do processo que levou à transição de 428 assistentes operacionais dos hospitais dos Açores para a nova carreira de técnicos auxiliares de saúde.

Na ocasião, Mónica Seidi salientou que o processo iria obrigar ainda à revisão do acordo de trabalho para “equiparar os direitos dos trabalhadores” e assegurar “que não haja nenhuma injustiça para o desempenho das mesmas funções”.

Segundo a governante, a intenção do executivo passava por rever a situação até à “primeira semana de agosto”, uma vez que, dos 428 trabalhadores que transitaram para a carreira de técnico auxiliar de saúde, 268 têm um contrato individual de trabalho e 160 têm um contrato de trabalho em funções públicas.

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