Vereadora considera livro de Joaquim Machado como “um retrato da cidade de Ponta Delgada de há 50 anos”

A Vereadora da Câmara Municipal de Ponta Delgada, Maria José Lemos Duarte, em representação do Presidente José Manuel Bolieiro afirmou, este sábado, que o livro “Ponta Delgada de 1967 – Memórias da Cidade”, da autoria de Joaquim Machado, “um retrato da cidade de Ponta Delgada de há 50 anos”.

Falando na cerimónia de lançamento, que decorreu na Biblioteca Pública e Arquivo de Ponta Delgada, a Vereadora adiantou que “conseguimos perceber que, mais do que o resultado de uma tese de Mestrado, este livro é um retrato da cidade de Ponta Delgada de há 50 anos, que podemos catapultar no tempo, como um contributo ao que a cidade pode ser hoje, em pleno século XXI.”

“A Câmara Municipal de Ponta Delgada agradece este tipo de contributo, pois, no descrever do passado, na sua riqueza sociocultural, na sua ambição e diversidade, podemos, sempre, olhar o presente e refletir estrategicamente o futuro.” – sublinhou, adiantando que “o tempo atual a isto proporciona: De há 50 anos a esta parte, muitos projetos ambicionados pelas pessoas de 1967 se concretizaram – o caso do prolongamento da Avenida Infante D. Henrique – que é mencionado na obra de Joaquim Machado.”

Contudo, referiu, “todos sabemos que há sempre muito a fazer. Hoje, mais do que há 50 anos, face aos desafios de um novo século, numa cidade a que se impõe crescer de forma sustentada, ao ritmo alucinante da sociedade da informação. Ponta Delgada enfrenta novos desafios sociais, económicos e urbanísticos.”

“A maior cidade da ilha de São Miguel e dos Açores é, também, a principal porta de entrada e de saída de bens e de pessoas. A chegada das companhias aéreas low-cost e o boom do turismo que trouxeram deixaram-nos confrontados com desafios que exigiram, e exigem todos os dias respostas imediatas por parte dos  poderes públicos.” – destacou.

Ainda segundo Maria José Lemos Duarte, “a Câmara Municipal de Ponta Delgada tem, no seu quadro de competências, feito o que está ao seu alcance para dar resposta a estes desafios, com maior ou menor celeridade de resposta, seguindo a tramitação das leis que regulam as várias áreas de ação.”

No entanto, frisou, “quando entidades independentes, como a Bloom Consulting, colocam, ano após ano, Ponta Delgada a subir no top 25 dos 308 municípios portugueses, nas categorias de melhor cidade para viver, visitar e investir, todos temos de sentir motivos de orgulho da nossa cidade e do nosso concelho.”

“É cientes da nossa qualidade e do nosso potencial humano e material que vemos que Ponta Delgada está no bom caminho. Devemos estar satisfeitos, mas, nunca conformados. Este livro de Joaquim Machado deve, em nosso entender, ser visto como um incentivo a continuar a sonhar e a construir todos os dias uma Ponta Delgada cada vez melhor. Melhor para quem aqui vive e trabalha, e melhor para quem nos visita.” – acrescentou, dizendo que “Ponta Delgada de 1967 – Memórias da Cidade” é “um livro que honra o nosso passado e a nossa memória. Pois, a melhor forma de honrar a nossa memória é agir no presente, com estratégia, com sustentabilidade, para que o futuro salvaguarde o bem estar das novas gerações.”