Plano e Orçamento da Câmara da Horta para 2018 será “marcante” para o concelho

O presidente da Câmara Municipal da Horta, José Leonardo Silva, disse hoje que o Plano e Orçamento do município para 2018, no valor global de 15 milhões de euros, será “marcante” para o concelho.

“Este é um orçamento que investe no nosso futuro, respeita os compromissos assumidos e que será marcante para o concelho”, frisou o autarca socialista, em conferência de imprensa, nos Paços do Concelho, durante a apresentação das linhas estratégicas dos documentos, que definem as prioridades de investimento municipal para o próximo ano.

No seu entender, o Plano e Orçamento será “marcante” por prever a conclusão das obras do centro de acolhimento empresarial (antigo Mercado Municipal) e, sobretudo, o arranque da obra da Frente-Mar da Horta, que vai permitir requalificar a marginal e a zona histórica da cidade.

“Este Orçamento será também marcante por ser o primeiro que inicia a devolução do IRS às famílias, por prever uma redução do IMI e por ter uma componente social forte”, acrescentou José Leonardo Silva, que foi reeleito para um segundo mandato nas eleições autárquicas de outubro.

A autarquia faialense, que reserva 7,5 milhões de euros do Orçamento para investimentos, pretende também realizar obras na rede viária municipal, no abastecimento de água a concelho e na requalificação dos refeitórios escolares.

O PS tem maioria na Câmara Municipal da Horta, mas não tem na Assembleia Municipal, que é presidida por uma autarca do PSD, o que vai obrigar o presidente do município a procurar entendimentos com os partidos da oposição (PSD, CDS, PCP e PAN).

José Leonardo Silva garante que as propostas de Plano e Orçamento que serão agora votadas em reunião da Câmara e da Assembleia Municipal, já integram propostas dos partidos da oposição, das forças vivas do concelho e da própria sociedade civil, que foram ouvidos na fase de elaboração dos documentos.

“Estou convicto de que o Plano e Orçamento será aprovado na Assembleia Municipal”, disse o presidente da Câmara, quando confrontado pelos jornalistas com as expectativas de José Leonardo Silva sobre o resultado dessa votação, acrescentando que os faialenses viriam de forma “muito negativa”, o eventual chumbo dos documentos.

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